Tempo, teus segundos
marcam décadas no meu peito.
Tantas vezes lhe pedi menos pressa de passar
e agora que não quero
insiste em ficar.
Não te sabes ser assim, um quanto mais gentil?
Se acordo me acompanhas
e me cobres quando deito.
Ora tempo, deixe que se vá os ponteiros,
que teimosia em não passar.
Vá agora e feche a porta.
Me deixe descansar.
Minha carne é de carnaval, meu coração é igual
-
Esse vai ser meu primeiro carnaval sem carnaval em muitíssimos anos. Essa
apoteose da experiência brasileira, com a alma lavada pela alegria de ser
feliz, ...
Há uma semana
